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1807: Começa a colonização do municipio,
em função do tráfego dos tropeiros entre os estados do
Paraná e Rio Grande do Sul. Na mesma época é construída
pelo Barão de Antonina uma pequena capela na localidade de Rodeio Grande,
distante 8 km do local onde nasceria a comunidade de Rio das Antas, pertencente
ao Paraná.
1826: É instalado um acampamento militar em Rio Negro
com o objetivo de construir a Estrada da Mata, a fim de dar mais segurança
aos tropeiros. Esse trecho é um importante elo entre o Norte e o Sul
do Brasil até hoje, já que nessa estrada foi feita anos mais tarde
a BR-116.

Foto: Monge João Maria de Agostinho - Monte Castelo - SC
1893: São construídas a primeira escola e a primeira
igreja da comunidade de Rio das Antas.
1912: À localidade chegam imigrantes poloneses, italianos,
alemães e japoneses, que batizam o local de Rio das Antas.
1917: É estabelecido o Acordo de Limites entre Paraná
e Santa Catarina. Assim, são incorporados definitivamente os municipios
de Mafra e Porto União e a região oeste do estado. O povoado de
Rio das Antas passa a pertencer ao município de Canoinhas, assim como
o de Papanduva.
1950: Chegam à localidade comerciantes, que instalam
seus estabelecimentos entre a estrada de ferro e a BR-116.
1953: A cidade de Papanduva é emancipada politicamente.
Dessa forma, Rio das Antas também se desmembra de Canoinhas.
1958: É criado o distrito de Rio das Antas.
1959: O lugar passa a se chamar Monte Castelo, em homenagem
aos soldados brasileiros que lutaram na batalha e conquistaram Monte Castelo,
na Itália, na Segunda Guerra Mundial.
1962: Acontece a emancipação política
de Monte Castelo.

Foto: Estação Ferroviária de Monte Castelo - SC
Fotos: Lysandro Lima.
Redação: Marília G. Boldorini.
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